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Diabetes e obesidade: entenda como essa relação pode ser perigosa

Diabetes e obesidade: entenda como essa relação pode ser perigosa

O hábito da má alimentação causa algumas doenças muito conhecidas como o diabetes e a obesidade, elevando anualmente o número de seus portadores no mundo. Frituras, doces e guloseimas saborosas estão sempre muito acessíveis no dia a dia, estimulando seu consumo cada vez em maior quantidade e mais rotineiramente.

Com o excesso de consumo, o organismo acaba acumulando mais energia do que gasta, que logo é transformada em gordura localizada e peso superior ao ideal. Essa mesma alimentação desregrada e repleta de açúcar causa o diabetes tipo 2, a mais comum e que é adquirida pelos maus hábitos.

Qual a relação entre obesidade e diabetes?

A obesidade é considerada pela Organização Mundial de Saúde como uma epidemia global, que envolve adultos e crianças. Junto a ela, estão associadas outras doenças como hipertensão, AVC, infarto, morte súbita, aumento do colesterol, depressão e diabetes.

Como o corpo humano funciona melhor quando recebe estímulos, a obesidade está ligada não só a uma má alimentação como também a vida sedentária. Mesmo pessoas que praticaram atividades físicas por anos, tendem a diminuir o ritmo com a rotina de trabalho, cedendo aos fast foods e acabam chegando a obesidade.

A gordura abdominal é especialmente perigosa, já que ela apresenta altos riscos de doenças como o diabetes. Como as células da região começam a se acumular, acabam produzindo hormônios ruins que prejudicam o funcionamento do pâncreas – o órgão responsável pela produção de insulina. E é a insulina a responsável por metabolizar os carboidratos e transformá-los em energia ao carregar o açúcar dos alimentos no sangue para o interior das células.

Se a ação da insulina no organismo é prejudicada, o pâncreas entende que há falta do hormônio e assim, produz ainda mais, causando uma sobrecarga idêntica a que acontece com o consumo excessivo de gorduras e açúcares.

O fator que mais causa a diabetes 2 é a hereditariedade, seguida da obesidade. A relação entre essas duas doenças é bastante estreita, inclusive quando não há uma distribuição de insulina suficiente no cérebro, desequilibrado a produção do hipotálamo e interferindo o controle da sensação de saciedade. Dessa forma, sem insulina no cérebro a vontade de comer não passa e o paciente pode se alimentar interruptamente, aumentando a obesidade.

Como controlar a obesidade e a diabetes?

O açúcar não é o único vilão da diabetes. O consumo em excesso de calorias proveniente de carboidratos complexos como batata, arroz e massas são tão perigosos quanto. No organismo eles se transformam em glicose, que aumentam a dificuldade de manter a insulina equilibrada.

Mas é possível equilibrar tanto o diabetes quanto a obesidade através de mudanças de hábitos. Com o aumento da atividade física e foco numa dieta mais restritiva e saudável, é possível atingir ótimos resultados.

Incluir alimentos naturais, ricos em fibras, proteínas magras e gorduras boas, encontradas em alimentos integrais, verduras, legumes e frutas, permitem diminuir o açúcar no sangue, como também o peso corporal.

A obesidade e o diabetes são tão interligadas, que a presença de uma pode acentuar a outra.

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como endocrinologista em Goiânia e Anápolis!

Posted by Dra. Lanna Gomes in Todos
5 mudanças de hábitos que podem lhe ajudar a emagrecer

5 mudanças de hábitos que podem lhe ajudar a emagrecer

Emagrecer está sempre nas listas de desejos da maioria das pessoas, especialmente das mulheres. Seja nas promessas de fim de ano ou do começo da semana, quase sempre a intenção fica somente no plano das ideias e nada na prática. Antes que essa determinação perca a força e tudo volte a ser como antes, é preciso realizar uma mudança na mente e com ela a criação de novos hábitos cotidianos.

Tudo começa em entender o quanto a mudança trará benefícios, e que cada resultado parcial pode servir de estímulo para dar continuidade ao processo. Estar acima do peso ocasiona problemas físicos como o cansaço rápido, a falta de disposição para as atividades diárias e outros dilemas, como as perda de roupas e diminuição da auto-estima. É hora de começar o ano com outro foco para reverter esse quadro.

Mudanças de hábitos para emagrecer

As intenções de mudanças positivas só poderão ser concretizadas se existirem ações e motivações para isso. É preciso saber mesmo o que se quer, quais os benefícios que poderão ser obtidos e o caminho a seguir para atingi-lo.

Emagrecer lista como uma das tarefas mais difíceis de ser executada, porque requer uma série de transformações que vão além da reeducação alimentar e da vontade de perder peso. É preciso criar novos hábitos saudáveis para a vida, consciente de que há um histórico de atitudes equivocadas que levaram até o momento presente e sair das promessas de que tudo vai dar certo com a força de vontade.

Não há milagres, há foco. Há alguns mitos que é possível mudar hábitos num prazo determinado, mas tudo depende de uma série de fatores como estrutura física e emocional da pessoa, seu ambiente e outras circunstâncias.

Para realmente começar o ano do zero e realizar mudanças de hábito significativas para ajudar a emagrecer sem perder o foco, selecionamos algumas dicas que podem ser iniciadas hoje mesmo:

Liste os motivos que te faz desejar emagrecer

Encontre os motivos para o emagrecimento. Eles te guiarão por toda a mudança. Pergunte-se: porque emagrecer? Por vaidade? Pela saúde? Identifique numa lista o que te faz desejar realmente emagrecer como diminuir o cansaço ao se movimentar, resgatar as roupas antigas, evitar doenças como a hipertensão, se sentir mais bem disposto etc.

Dê adeus ao sofá

Deixar o sedentarismo de lado é fundamental para emagrecer. Criar o hábito de praticar exercícios diariamente permite melhorar o condicionamento físico, aumentar a disposição e perder peso. No começo pode parecer duro, mas com a prática, o hábito já estará instaurado e o exercício começará a dar prazer.

Mas não esqueça de antes fazer um check up para conferir a saúde e saber seus limites.

Não pare no meio do caminho

Ao começar a perder peso, muita gente se contenta com os quilos iniciais a menos e não dão continuidade ao processo. Dar um novo choque no organismo com a inclusão de alimentos que estimulem o emagrecimento podem dar nova motivação.

Respeite o tempo

Não há mudança imediata e emagrecer requer tempo, especialmente para ter a qualidade ansiada. É preciso persistência para não sair do caminho com o primeiro cansaço, a primeira vontade de comer mais do que o necessário.

Cuide da manutenção

Após atingir os objetivos de perda de peso, não ceda as tentações. É preciso continuar o processo por pelo menos dois anos após o emagrecimento desejado, onde os hábitos já estarão instaurados. Comer com qualidade e praticar exercícios são ações para a vida toda, não só para um tempo de emagrecer. E isso é para manter o peso e também a saúde em dia.

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7 sinais que você pode estar com carência de vitamina D

7 sinais que você pode estar com carência de vitamina D

A vitamina D é uma das mais importantes para o organismo. Ela é recebida por todas as células e é responsável pelo funcionamento do sistema imunológico, da produção de hormônios e até do humor, além de determinar os níveis de cálcio absorvido no sangue – o que pode deixar dentes e ossos mais fortes. Ela pode ser encontrada em alimentos, mas a principal fonte da vitamina é a luz do sol.

Apesar de ser tão essencial, a deficiência dessa vitamina é extremamente comum. Estima-se que 1 bilhão de pessoas no mundo todo sofram com isso e, na maioria das vezes, os sintomas não são percebidos até que estejam fortes demais para serem ignorados.

Sintomas da deficiência de vitamina D

Com uma vida tão corrida e que normalmente exige muito tempo dentro de estabelecimentos e de casa, grande parte da população fica longe do sol. Esse é o principal fator para a carência da vitamina, que atua como um hormônio no corpo. Consequentemente, os sinais que o organismo dá são dos mais variados, sendo os mais notáveis:

  1. Fadiga e sonolência: o cansaço constante e sem explicação pode ocorrer por uma série de razões, mas a falta da vitamina D é uma delas. Essa fadiga pode ser observada durante o dia, mesmo depois de uma boa noite de sono.
  2. Fraqueza e dores: a fraqueza nos músculos e nos ossos é um indicativo, bem como dores frequentes, especialmente nas costas.
  3. Depressão: pessoas com deficiência da vitamina são mais propensas a apresentarem quadros de depressão. Alguns estudos mostraram uma maior relação entre os dois fatores em mulheres e nos meses mais frios do ano.
  4. Doenças frequentes: ficar doente com muita frequência indica um sistema imunológico comprometido, que pode estar assim por conta da carência vitamínica. As doenças intestinais são as mais comuns, como intestino irritável ou colite.
  5. Problemas na saúde bucal: doenças como gengivite, acúmulo de placa, sangramento e enfraquecimento dos dentes podem ocorrer com mais facilidade.
  6. Pressão alta: como a vitamina atua no sistema cardíaco e estimula a circulação do sangue, sua falta pode causar o aumento da pressão arterial.
  7. Dificuldade de cicatrização: a deficiência está relacionada à dificuldade de cicatrização, que pode ser percebida após cirurgias ou lesões acidentais, por exemplo. Isso porque a vitamina é importante para o processo de criação de novos tecidos.

Fatores de risco

A vitamina D é solúvel em gordura, o que faz com que pessoas acima do peso precisem de maior absorção para compensar. Pessoas negras também necessitam de mais tempo sob o sol, assim como qualquer um que passe muito tempo dentro de ambientes fechados ou que viva longe do equador, já que há pouco sol durante o ano nesses locais. Se você estiver suspeitando de uma deficiência, consulte um endocrinologista.

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Hipotireoidismo: sintomas, causas e tratamentos

Hipotireoidismo: sintomas, causas e tratamentos

O hipotireoidismo é uma condição na qual a glândula tireoide não produz os hormônios na quantidade correta para o organismo. Esses hormônios são o T3 (tri-iodotironina) e o T4 (tiroxina), essenciais para o bom funcionamento do metabolismo, regulagem de cálcio no corpo e outras funções. A doença acomete até 3% da população e é mais comum em mulheres.

Sintomas do hipotireoidismo

O diagnóstico desta condição é dificultado pela discrição da maioria dos sintomas, além da lentidão com a qual eles surgem. Os principais são:

  1. Fadiga e sonolência excessiva: sentir-se cansado o tempo todo, sem necessariamente ter gastado muita energia, e mesmo depois de boas noites de sono.
  2. Dores musculares constantes: mesmo que a causa das dores pareça vir de exercícios, não é comum que os músculos doam o tempo todo. Lentificação muscular é um sintoma comum causado pela redução dos hormônios T3 e T4.
  3. Sobrepeso: quando há o ganho de peso, mesmo com uma alimentação balanceada e saudável.
  4. Problemas de memória: esquecer-se de tudo sem razão. É normal que alguns lapsos de memória ocorram com qualquer pessoa, mas é preocupante que isso aconteça com muita frequência.
  5. Pele seca: a deficiência do hormônio da tireóide diminui a circulação sanguínea, o que, consequentemente, torna a pele mais seca e propícia a coceiras.
  6. Constipação: prisão de ventre é comumente causada por problemas na tireóide, que deixam o sistema digestivo mais lento (assim como tudo mais no organismo).
  7. Colesterol alto: o colesterol alto por si só já é um problema que deve ser averiguado, e ele pode indicar problemas na tireóide.

Outros sintomas que podem surgir são a diminuição da frequência cardíaca, alteração nos ciclos menstruais, reflexos lentos, anemia, maior sensibilidade ao frio e diminuição da libido, entre outras.

Causas do hipotireoidismo

Entre as causas possíveis para a doença estão radiação na região para tratamento de câncer, retirada da glândula, deficiência de iodo, inflamação da glândula, tratamento medicamentoso de hipertiroidismo ou mesmo defeitos congênitos da glândula.

Nesse último caso, os problemas causados pela pouca quantidade dos hormônios podem influenciar negativamente no crescimento da criança, que deve ter um acompanhamento de um endocrinologista. Transtornos na tireóide podem afetar o desenvolvimento cerebral e corporal, causando possíveis quadros de retardo mental ou nanismo, por exemplo.

Tratamentos

O tratamento principal consiste apenas na reposição hormonal, geralmente feita através da ingestão de comprimidos. Não há cura para o hipotireoidismo, então o tratamento apenas regula o que ele deixou desregulado, por assim dizer. Na maioria das vezes, o tratamento é vitalício. É importante que o paciente não deixe de ser acompanhado por seu endocrinologista frequentemente, para manter o nível hormonal certo. Caso a dose da reposição hormonal esteja alta, pode-se induzir um quadro de hipertireoidismo, que representa o excesso de hormônios e também desestabiliza o corpo.

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Quando procurar um endocrinologista?

Quando procurar um endocrinologista?

Com tantas especialidades médicas, é comum que se fique um pouco perdido na hora de procurar um profissional. Até porque dezenas de doenças compartilham uma série de sintomas, então pode ser complicado reconhecer para onde correr na hora de necessidade. No caso do endocrinologista há uma palavra-chave envolvida: hormônios. Mas, como os hormônios afetam todo o organismo, continua sendo uma especialidade bem ampla. Que tal conhecer mais sobre ela?

O que faz o endocrinologista?

O médico que se especializou em Endocrinologia trata das glândulas endócrinas, responsáveis pela difusão de hormônios no organismo todo. Ou seja, qualquer problema que esteja relacionado ao modo como essas glândulas funcionam, e como os hormônios estão sendo absorvidos e utilizados pelo corpo, é diagnosticado e tratado nessa especialidade.

A falta ou excesso dos hormônios podem afetar diversas funções no organismo. As alterações mais comumente percebidas são as do peso, do crescimento e do desenvolvimento sexual. Outras mudanças podem incluir disfunções no sono, nos níveis de cálcio e açúcar e até na densidade dos ossos.

Principais doenças tratadas pelo endocrinologista

Obesidade

A obesidade foi classificada como doença nos últimos anos e vem se tornando cada vez mais comum no mundo todo. Parte dos casos é causada por alterações hormonais. Mesmo se não for essa a causa, é comum que pessoas obesas apresentem alguma outra condição que deve ser tratada na Endocrinologia, como o diabetes.

Diabetes

Diabetes é causada pela resistência à ação da insulina no organismo e/ou deficiência de insulina, um hormônio importante produzido no pâncreas. É uma condição que pode surgir de outras, como a obesidade.

Hiper e hipotireoidismo

Disfunções na tireóide são também muito comuns nos consultórios endocrinológicos. O hipertireoidismo decorre do funcionamento excessivo da tireóide, e o hipotireoidismo faz exatamente o contrário, a glândula não produz  hormônios de forma satisfatória. Há também outras doenças da tireóide que precisam de tratamento, como o surgimento de nódulos que precisam ser avaliados.

Síndrome dos ovários micropolicísticos

Esta síndrome atinge as mulheres e provoca irregularidade menstrual e aumento dos hormônios masculinos. Ela costuma ser causada diretamente pela obesidade e/ou pela diabetes. Outro sintoma comum é o aumento de pelos no corpo e acne.

Outras doenças que valem ser mencionadas incluem osteoporose, doenças da hipófise, doenças das supra-renais e diversos tipos de doença que afetam o crescimento ou o desenvolvimento.

Procurando ajuda

Alguns distúrbios hormonais deixam sinais claros, como aumento excessivo de pelos, acne, grande ganho de peso. Outros sinais importantes que podem indicar alguma doença endocrinológica incluem:

  • Nódulos no pescoço
  • Excesso de frio ou de calor
  • Atraso na puberdade
  • Menstruação desregulada
  • Secreção de leite das mamas sem que haja amamentação
  • Histórico familiar de diabetes/obesidade

Além de ficar atento a esses sintomas, é importante visitar um endocrinologista anualmente, para acompanhamento e prevenção de diversas doenças.

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Como a testosterona auxilina no ganho da massa muscular?

Como a testosterona auxilina no ganho da massa muscular?

Não existem dúvidas que, hoje em dia, o padrão estético mais valorizado pelas sociedades ao redor do mundo são corpos com músculos bem definidos, tanto no caso de pessoas do gênero feminino quanto do gênero masculino.

Grande parte da aceitação desse padrão reside no fato da saúde ser valorizada como nunca – mesmo diante de doenças como a obesidade – devido ao aumento da expectativa de vida e da necessidade de maior produtividade no trabalho. Neste contexto, e abordando especificamente o campo médico, uma das relações de maior interesse é aquela estabelecida entre testosterona e massa muscular.

Apesar de ser diretamente associada a pessoas jovens, a massa muscular é fundamental em todas as etapas da vida, em especial na terceira idade, pois está diretamente relacionada com a prevenção do surgimento de diversas doenças e condições típicas de pessoas nesse período da vida, fazendo com que seja de fundamental importância entender a relação acima mencionada.

O papel da testosterona

A testosterona é um hormônio produzido em abundância pelo corpo masculino (e por isso e popularmente conhecida como “hormônio masculino”), mas também se encontra em menores quantidades no organismo feminino.

Trata-se do hormônio responsável pelas características do corpo masculino, como barba e pêlos em diversas regiões do corpo, engrossamento da voz e produção de espermatozoides.

Mas o papel desse importante hormônio vai muito além de proporcionar essas características marcantes, pois tem relação direta com a melhoria das funções mentais, manutenção do bom humor e da sensação de bem-estar, aumento da libido, prevenção da osteoporose e, claro, redução dos índices de gordura do corpo e aumento da massa magra.

Relação entre testosterona e massa magra

A primeira coisa a se ter mente é que se trata de um hormônio anabólico, ou seja, ao invés de causar a destruição das células (catabolismo), ele estimula seu crescimento, e por isso está diretamente relacionado à força física, rendimento e desenvolvimento de massa magra.

Isso se deve ao fato da testosterona atuar no organismo por meio do estímulo à síntese de proteínas e captação de aminoácidos presentes nos músculos, contribuindo para a hipertrofia muscular. No entanto, suas funções não são apenas essas, uma vez que favorece também o aumento do oxigênio transportado via corrente sanguínea para os músculos, aumentando suas respectivas performances.

Por fim, e como nenhum componente do organismo trabalha de forma isolada, o referido hormônio também atua como facilitador da atuação de diversos outros hormônios, em especial aqueles que favorecem a perda de peso e o não acúmulo de gordura abdominal, tipo de gordura mais nocivo para o coração e para o organismo como um todo.

Dessa maneira, a relação entre testosterona e massa muscular é vital para o organismo e, caso haja algum desequilíbrio nos índices do hormônio, diversas funções do corpo serão prejudicadas. Nesses casos, contar com o acompanhamento de um endocrinologista é fundamental.

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7 sinais da menopausa que você não deve subestimar

7 sinais da menopausa que você não deve subestimar

Você conhece os sintomas da menopausa?

Mas antes de tudo o que é menopausa? Qual a diferença de climatério? A menopausa é a última menstruação da mulher O climatério é a fase da vida em que ocorre a transição do período reprodutivo ou fértil para o não reprodutivo, devido à diminuição dos hormônios sexuais produzidos pelos ovários.

7 sinais da menopausa que você não deve subestimar

1. Alterações do sono: Como a menopausa tem impacto sobre o estado de humor, e tantas outras coisas no organismo, a qualidade do sono também é afetada. Dessa forma, alterações do sono, sem qualquer outro motivo aparente, podem ser sinais da menopausa.

2. Baixa concentração: A dificuldade de concentração e os lapsos de memória podem surgir durante a menopausa devido à redução dos níveis estrogênio. Os sintomas são mais acentuados quando a menopausa coincide com um período turbulento da vida. Cansaço, fadiga, estresse, ansiedade e problemas emocionais, durante a fase da menopausa, podem reduzir a capacidade de memorização e concentração.

3. Diminuição do desejo sexual: A diminuição da libido é outro sintoma da menopausa, devido às alterações hormonais. Além dos hormônios (que também favorecem a secura vaginal) outras características do período, como as oscilações de humor e o desconforto com as ondas de calor também afetam o desejo sexual.

4. Mudanças no humor: Assim como no período menstrual, a menopausa também pode alterar o humor da mulher. Essas alterações podem levar a quadros de euforia, depressão e ansiedade. Na fase da menopausa, a mulher pode sentir-se mais irritada, mal humorada, apática, sem o mesmo interesse pelas atividades do dia a dia e, muito menos, por novidades e outros projetos de vida. É um momento que exige muita atenção para evitar a depressão.

5. Ondas de calor: Sentir ondas de calor é um dos sinais da menopausa que você não deve subestimar. É um calor repentino que toma conta do corpo. Duram pouco e podem vir acompanhados de outros sintomas como aumento da transpiração, aumento dos batimentos cardíacos, tremor e ansiedade. Geralmente, esse fogacho começa no rosto e no peito, e espalha-se pelo corpo, principalmente à noite.

6. Ressecamento da pele e dos cabelos: Na menopausa, a queda na produção de colágeno é mais acentuada. É um processo natural do envelhecimento, potencializado pela diminuição da produção de estrogênio. Com menos colágeno e elastina, a pele fica mais flácida e ressecada. O cabelo também sofre esse efeito, tornando-se mais fino e quebradiço.

É importante observar os sinais que o corpo emite para buscar ajuda médica, para vivenciar esse momento com mais tranquilidade. A menopausa é um processo natural do organismo feminino, porém, devido às alterações que provoca ao corpo e ao estado psicológico e emocional, é necessário fazer o acompanhamento médico, desde o início.

Dependendo do caso, há necessidade de uma terapia de reposição hormonal, mas, antes é necessário avaliar o estado geral de saúde da mulher. Com acompanhamento médico, a mulher poderá passar pela menopausa sem perder a qualidade de vida.

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7 mitos e verdades sobre a reposição hormonal

7 mitos e verdades sobre a reposição hormonal

A reposição hormonal é um tratamento baseado no uso de remédios capazes de repor as perdas de progesterona e estrogênio que ocorrem na mulher durante a menopausa. Seu uso é sempre muito controverso, já que há muitas dúvidas sobre seus efeitos e real necessidade. Enquanto alguns afirmam que ela ajuda a diminuir os efeitos da menopausa e evitar doenças que podem surgir como consequência de seus sintomas, outros dizem que o uso contínuo pode ser um facilitador do câncer.

Para evitar riscos, a dose é mínima e o tempo de uso desses hormônios é individualizado. Há dois principais tipos de tratamento disponíveis: somente com estrogênios, feitos para mulheres sem útero, e o com estrogênio e progesterona, que é mais comum.

Por que a reposição hormonal é usada?

A menopausa é o nome que se dá ao período fisiológico que acontece 12 meses após a última menstruação da mulher. Climatério é o período que abrange  antes e depois da menopausa. É durante o climatério que surgem alguns dos inúmeros sintomas que afetam, em diferentes graus, à mulher, de acordo com seu organismo. De um desconforto simples a momentos insuportáveis, os sintomas surgem pela diminuição da produção de hormônios.

O organismo feminino tem um número, já determinado, de óvulos disponíveis para toda a sua vida. Estes óvulos começam a ficar disponíveis na adolescência, a partir da primeira menstruação (também conhecida como menarca). Desde que nascem, as mulheres já possuem as células germinativas que formam os óvulos e quando elas começam a ficar escassas, há uma diminuição gradual e irreversível da produção de alguns hormônios.

Com a falta crescente de progesterona e estrogênio, há uma alteração física do corpo da mulher que gera os sintomas característicos do climatério e que podem ou não permanecer após a menopausa.

Mitos e verdades sobre a reposição hormonal

Para tirar as dúvidas mais frequentes, listamos os principais mitos sobre a reposição hormonal:

1 – Todas as mulheres podem e devem usar a terapia hormonal

Mito: depende da mulher, já que há algumas contraindicações, como histórico de câncer de mama ou de endométrio, sangramento vaginal não identificado, doença cardiológica ou hepática. Já em casos de diabetes, colesterol alto, pressão alta e outros devem ser avaliados através de exames clínicos.

2 – A reposição hormonal pode causar câncer de mama e derrame

Depende: há um risco de desenvolvimento de câncer, mas sua taxa é de 1,7 % apenas, segundo dados da Organização Mundial de Saúde. Existem, porém, alguns fatores que influenciam essa predisposição. A idade da paciente, o tempo desde a primeira menstruação até a última, possuir outras doenças degenerativas e o tipo de hormônio usado são os principais.

3 – A reposição hormonal para o processo de menopausa

Mito: O tratamento apenas ameniza os sintomas causados por ela.

4 – A reposição hormonal faz bem para a saúde da pele

Verdade: no climatério a pele feminina se torna mais seca, facilitando o surgimento e profundidade das rugas. Os cabelos também reagem e ficam mais finos e propensos a cair. Com a reposição, a pele fica mais hidratada e sedosa, e os cabelos e unhas também se beneficiam.

5 – A reposição hormonal aumenta a libido

Verdade: com a queda dos hormônios, um dos sintomas é a perda da libido. Com a reposição, a mulher volta a sentir desejo sexual.

6 – O uso de medicamentos via oral é mais saudável do que por adesivos.

Mito: os medicamentos orais passam pelo fígado, o que pode trazer algumas consequências, dependendo do organismo. A via de melhor administração dos hormônios é a transdérmica (pele).

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Diabetes gestacional – Por que acontece e como lidar

Diabetes gestacional – Por que acontece e como lidar

A gestação é vista como um dos momentos mais bonitos na vida de uma mulher. São muitas transformações e muitas coisas novas. Por outro lado, esta é a fase em que se deve ter mais cuidados com a saúde. Um dos problemas que podem acontecer, e que assusta muitas mulheres, é o diabetes gestacional.

Mas como ela aparece e como lidar? Confira, nos tópicos, abaixo mais sobre o assunto.

Alguns dados sobre o diabetes gestacional

Ela pode surgir em qualquer momento da gravidez, porém é mais comum que apareça a partir do 2° trimestre de gestação. Sua principal característica é o aumento dos níveis de glicose no sangue.

Na maioria dos casos, os níveis glicêmicos voltam ao normal após o parto. Porém, vale destacar que existem casos em que a diabetes gestacional pode evoluir para diabetes tipo 2.

Como a doença acontece?

A placenta produz níveis altos de diversos hormônios. A maioria deles afeta a ação da insulina nas células, fazendo com que o nível de açúcar no sangue fique elevado. Entretanto, é comum que haja uma elevação pequena de açúcar no sangue depois da alimentação, durante esta fase.

Em pessoas que já possuem predisposição a terem  diabetes, o pâncreas não conseguirá funcionar da forma devida e ocasionará os primeiros estágios da falta de insulina.

A diabetes pode aparecer com mais facilidade em gestantes com problemas de obesidade, ou que engordaram muito durante a gestação. Também é mais propensa a acontecer em mulheres que possuem a síndrome dos ovários policísticos e histórico de diabetes na família… Além disso, entram na lista as mulheres que deram à luz bebês com sobrepeso.

Existem sintomas?

Essa é uma parte complicada. Os sintomas do diabetes se misturam com características comuns da gestação. Por exemplo: é comum na gravidez a mulher sentir muita vontade de urinar, alteração na fome e visão turva – sintomas da diabetes, mas que estão presentes em praticamente todas as gestações.

Por esses motivos, é essencial que as gestantes estejam em dia com suas consultas e exames pré-natais.

Como lidar com a doença?

Para tratar o diabetes gestacional (e todos os outros tipos de diabetes), deve-se mudar alguns hábitos de vida.

É importante sempre verificar como está o nível de açúcar no sangue, principalmente pela manhã antes de se alimentar, e depois das principais refeições, para avaliar se os níveis estão normais.

Manter uma dieta saudável é uma das melhores formas de controlar a hiperglicemia e ajuda a evitar o ganho de peso. Outra forma de combater o problema é realizar atividades físicas de maneira cotidiana. Elas permitem a redução do nível de açúcar no sangue. Geralmente essas duas formas trabalham melhor quando alinhadas. Em alguns casos é necessário o uso de medicamentos orais e/ou insulina.

Cuide sempre da sua saúde

Não há uma fórmula secreta para prevenir o diabetes gestacional, porém é possível tomar algumas medidas importantes que ajudam a manter os níveis glicêmicos em dia. Para tanto, é importante ter uma dieta saudável, fazer atividades físicas leves e não exagerar nos açúcares e carboidratos.

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Dieta Pronokal – Entenda mais sobre a dieta dos famosos

Dieta Pronokal – Entenda mais sobre a dieta dos famosos

Não é de hoje que muitas pessoas se submetem aos mais diversos tipos de dieta em busca de um ideal de corpo tão desejado. Este é um hábito que vai dos pobres aos ricos, dos desconhecidos às grandes celebridades. E quando se fala em famosos, tudo acaba virando assunto, não é mesmo? Até mesmo a dieta seguida por eles.

Foi assim que, dentre tantas dietas que surgem dia após dia, a dieta Pronokal, se tornou tão famosa e procurada. Você já ouviu falar dela? Sabe o que é? Já pensou em fazer essa dieta também? Então veja aqui algumas coisas das quais você precisa saber antes de decidir começá-la.

Por que a fama do Método Pronokal?

A verdade é que, antes de mais nada, é muito importante lembrar que não existe dieta milagrosa. Os resultados dependem exclusivamente da dedicação e do estilo de vida de cada pessoa.

No entanto, existem dietas que, se forem seguidas corretamente e aliadas com bons hábitos, acabam por apresentar maiores resultados em um menor espaço de tempo. A Pronokal se encaixa neste grupo. Ela é uma proposta de dieta com pouco carboidrato no cardápio.

Dessa forma, o método Pronokal é um programa de emagrecimento constituído de  dieta proteinada  pobre em carboidratos e gorduras. Por conta disso, a perda de peso acontece basicamente através do processo da cetose. A cetose ocorre diante da diminuição da ingestão de açúcares – pois para quem ainda não sabe, o carboidrato é também um tipo de açúcar.

 

Como a dieta funciona?

 

A dieta da Pronokal é dividida em 3 etapas e 8 fases, onde cada uma delas tem uma finalidade específica. Nas fases iniciais é garantido que se perca aproximadamente 80% do sobrepeso. A primeira etapa é chamada de etapa Ativa . Nela, os médicos responsáveis pela dieta recomendam a complementação alimentar com nutrientes e suplementos vitamínicos.

Já a segunda etapa do método Pronokal é conhecida como Adaptação Fisiológica em que há a incorporação progressiva de alimentos. E por fim, a terceira etapa é chamada de Manutenção, que tem a finalidade de manter a perda de peso de maneira eficaz .

Essas são as três etapas , e dentro delas existem oito fases, onde se inserem novos alimentos à dieta, gradativamente, de modo a contribuir cada vez mais para os resultados significativos.

Parece bastante atraente, não é mesmo? Mas agora chegamos na parte mais importante do método Pronokal. Essa dieta só deve ser prescrita por um médico especialista e certificado pela marca Pronokal. Pelo contrário, a dieta não será efetiva, e a pior consequência, além de não ter a perda de peso garantida, é colocar em risco a sua saúde.

Os profissionais que são os responsáveis por prescrever essa dieta são capacitados justamente para proporcionar a perda de peso, sem prejudicar a sua saúde. Além do médico, a equipe também é composta por nutricionistas, educadores físicos e coaching emocional.

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como endocrinologista em Goiânia e Anápolis!

Posted by Dra. Lanna Gomes in Todos